Quando até uma banana vira teclado!

Quando a gente acha que já inventaram tudo, surge essa forma inovadora de usar um teclado. Simplesmente demais! Uma invenção muito criativa e lúdica. Adeus teclados, a moda agora é inovar. Curtimos muito essa ideia, deixamos aqui o link oficial para quem curtiu também, vale a pena!

makeymakey.com

“Brand Re-versioning”

Que confusão! Graham Smith é um designer britânico especialista em brands, identidade visual e tipografia. Smith produziu uma série bem humoristica chamada “Brand Re-versioning” onde brinca com as tipografias das grandes redes, gerando uma confusão na nossa mente. Muito legal, vale a pena dar uma olhada!

Campanhas divertidas

Talvez esperar o ônibus não fosse algo tão estressante se todas as paradas tivessem um apelo criativo e simpático.  Algumas empresas apostam nesse estilo divertido de divulgar seus produtos e serviços, ganhando visibilidade pela inovação. Nesse caso, é melhor rir e contar para todo mundo que você estava no sofá mais famoso da telinha.

Quando inovar é gozar de tudo que é sempre igual

Eis aqui um belo exemplo de criatividade em que inovar foi justamente criticar os roteiros clichés e a falta de inovação no cinema tradicional americano (mais especificamente daquele premiado no Oscar).
Se os americanos fazem algo bem é rir de si mesmo. Mas nesse caso, ao invés do humor de comédias pastelão do tipo “Não é mais um besteirol americano”, o caminho escolhido foi o da ironia e da riqueza de detalhes.

Tudo se transforma

O Pica-Pau, é um personagem criado por Walt Lantz em 1940. No início, o Pica-Pau aparece como um pássaro louco, com uma aparência muito estranha mas ao longo dos anos, ele foi mudando o visual, ganhando traços mais simpáticos, uma aparência mais refinada e um temperamento mais tranquilo.

Se liguem aí nas mudanças!

Bah, essa versão crazy me deixava sempre meio atordoado…

Bens supérfluos, compras por impulso e coisas que se parecem com outras!

Um dos melhores jeitos de se inovar e inventar coisas é a partir de associações. A ideia do tumblr "Things that look like other things" é muito parecida com o que falamos aqui. São milhões de alternativas de design para objetos que já estavam com seu visual, digamos assim, cansado pelo uso.

Outros exemplos que achei pela web foram esses sacos de lixo visualmente agradáveis e esses post-its “inesquecíveis”.

Tudo bem, você pode dizer que talvez esses objetos sejam desnecessários e seu uso seja tão eficiente quanto o de sua versão tradicional. Nem sempre isso é verdade, mas esse raciocínio também levaria você a ter um guarda-roupas com todas as suas camisas iguais.

E enquanto essas balacas estilosas seguirem sendo raras, elas vão adicionar pelo menos mais uma função ao produto em questão: a de gerar comentário. Por isso, em matéria de bugigangas, tenho duas dicas perfeitas. Uma já foi citada aqui, o site chinês e com entrega gratuita Deal Extreme (um de seus concorrentes também pode interessar você, o Price Angels). O outro mostra as algumas das coisas mais legais e talvez supérfluas que fazem com que você zerar sua conta, o  This is Why I’m Broke. Afinal, quem não precisa de uma barriga falsa para bebidas, um papel higiênico que brilha no escuro, um tênis do Google ou de luvas que parecem cuecas?

Tipo assim, sabe?

Já falamos disso aqui, mas seguem mais algumas opções tipográficas pra quem desistiu do caderno de caligrafia.

E pra encerrar, fica a campanha premiada em Cannes (ouro em Press) da DM9DDB. Perca uns minutos e descubra o significado de cada letra.

Vida social é na mesa do bar

Retrato animado em .gif tirado da série americana How I Met Your Mother demonstrando como o clássico encontro com amigos no barzinho evoluiu esses anos… Você está fazendo isso errado?

Bic

Pode parecer estranho pra quem está tão acostumado com o teclado que chega a ficar todo doído quando escreve muito à mão, mas até a metade do século passado, carregar a tinta da caneta era a coisa mais normal do mundo.

Foi por isso que, acreditando no potencial da esferográfica, criada pelo jornalista húngaro Lászlo Bíró, Marcel Bich adquiriu os direitos da patente e lançou sua própria versão da caneta em 1950. Promovendo-a como confiável e acessível, chamou-a “BIC”, uma versão mais curta e fácil de lembrar de seu próprio nome. Tinha nascido a BIC® CRISTAL®. (Fonte: Wikipédia)

Depois de “cair no gosto da torcida”, a Bic virou tudo: de pincel para as obras realistas de Juan Francisco Casas até suportes para um kit muito criativo e inovador de talheres.

Pra encerrar, fica uma bela peça de publicidade do produto. Quem estava com uma pulga atrás da orelha sobre a durabilidade do produto, já pode colocar outra coisa por lá… Uma canetinha, de repente.

Curta Antes Que Fique Pop – Veja como foi!

Muitos elogios e belas surpresas na noite de 6a. A exposição Curta Antes Que Fique Pop contou com a presença de 8 jovens artistas e deixou muita gente na expectativa de quando será a próxima edição. Aguardem e verão!

Mas, por enquanto, quem ainda não viu as obras desses novos talentos pode conferir aqui alguns dos trabalhos expostos e quem sabe adquirir o seu. Mais informações, preços e agenda de visitação, até dia 30 pelo expo@abajurpropaganda.com.br

Luísa Hervé

Sagu

Ana Zonta

Suyê Zuchetti

Milrem

Gabriel Kolton

Cleto

Shelp

Obrigado a todos que participaram e curtiram essa iniciativa e um agradecimento especial aos artistas que ainda deixaram uma lembrança impagável e muito irada em nossa mesa de reuniões.



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