Tudo se transforma

O Pica-Pau, é um personagem criado por Walt Lantz em 1940. No início, o Pica-Pau aparece como um pássaro louco, com uma aparência muito estranha mas ao longo dos anos, ele foi mudando o visual, ganhando traços mais simpáticos, uma aparência mais refinada e um temperamento mais tranquilo.

Se liguem aí nas mudanças!

Bah, essa versão crazy me deixava sempre meio atordoado…

Bens supérfluos, compras por impulso e coisas que se parecem com outras!

Um dos melhores jeitos de se inovar e inventar coisas é a partir de associações. A ideia do tumblr "Things that look like other things" é muito parecida com o que falamos aqui. São milhões de alternativas de design para objetos que já estavam com seu visual, digamos assim, cansado pelo uso.

Outros exemplos que achei pela web foram esses sacos de lixo visualmente agradáveis e esses post-its “inesquecíveis”.

Tudo bem, você pode dizer que talvez esses objetos sejam desnecessários e seu uso seja tão eficiente quanto o de sua versão tradicional. Nem sempre isso é verdade, mas esse raciocínio também levaria você a ter um guarda-roupas com todas as suas camisas iguais.

E enquanto essas balacas estilosas seguirem sendo raras, elas vão adicionar pelo menos mais uma função ao produto em questão: a de gerar comentário. Por isso, em matéria de bugigangas, tenho duas dicas perfeitas. Uma já foi citada aqui, o site chinês e com entrega gratuita Deal Extreme (um de seus concorrentes também pode interessar você, o Price Angels). O outro mostra as algumas das coisas mais legais e talvez supérfluas que fazem com que você zerar sua conta, o  This is Why I’m Broke. Afinal, quem não precisa de uma barriga falsa para bebidas, um papel higiênico que brilha no escuro, um tênis do Google ou de luvas que parecem cuecas?

Tipo assim, sabe?

Já falamos disso aqui, mas seguem mais algumas opções tipográficas pra quem desistiu do caderno de caligrafia.

E pra encerrar, fica a campanha premiada em Cannes (ouro em Press) da DM9DDB. Perca uns minutos e descubra o significado de cada letra.

Vida social é na mesa do bar

Retrato animado em .gif tirado da série americana How I Met Your Mother demonstrando como o clássico encontro com amigos no barzinho evoluiu esses anos… Você está fazendo isso errado?

Bic

Pode parecer estranho pra quem está tão acostumado com o teclado que chega a ficar todo doído quando escreve muito à mão, mas até a metade do século passado, carregar a tinta da caneta era a coisa mais normal do mundo.

Foi por isso que, acreditando no potencial da esferográfica, criada pelo jornalista húngaro Lászlo Bíró, Marcel Bich adquiriu os direitos da patente e lançou sua própria versão da caneta em 1950. Promovendo-a como confiável e acessível, chamou-a “BIC”, uma versão mais curta e fácil de lembrar de seu próprio nome. Tinha nascido a BIC® CRISTAL®. (Fonte: Wikipédia)

Depois de “cair no gosto da torcida”, a Bic virou tudo: de pincel para as obras realistas de Juan Francisco Casas até suportes para um kit muito criativo e inovador de talheres.

Pra encerrar, fica uma bela peça de publicidade do produto. Quem estava com uma pulga atrás da orelha sobre a durabilidade do produto, já pode colocar outra coisa por lá… Uma canetinha, de repente.

Curta Antes Que Fique Pop – Veja como foi!

Muitos elogios e belas surpresas na noite de 6a. A exposição Curta Antes Que Fique Pop contou com a presença de 8 jovens artistas e deixou muita gente na expectativa de quando será a próxima edição. Aguardem e verão!

Mas, por enquanto, quem ainda não viu as obras desses novos talentos pode conferir aqui alguns dos trabalhos expostos e quem sabe adquirir o seu. Mais informações, preços e agenda de visitação, até dia 30 pelo expo@abajurpropaganda.com.br

Luísa Hervé

Sagu

Ana Zonta

Suyê Zuchetti

Milrem

Gabriel Kolton

Cleto

Shelp

Obrigado a todos que participaram e curtiram essa iniciativa e um agradecimento especial aos artistas que ainda deixaram uma lembrança impagável e muito irada em nossa mesa de reuniões.



Burger King – Olhando e esperando

Depois famoso Whopper Sacrifice, o Burger King voltou a dar hamburguer grátis para quem cumprir um desafio maluco. A ação desta vez acontece através de um canal dedicado na TV – o 111 da DirectTV americana – que fica mostrando o anúncio 24 horas por dia. Se você ficar olhando para a tela por pelo menos 5 minutos, em algum momento um rápido aviso lhe pedirá para apertar um botão no controle remoto. Se você ficar encarando o anúncio por mais 10 minutos, ganha um Whooper. Se ficar por mais 15 minutos, leva mais um, totalizando 30 minutos encarando a TV para ganhar três sanduíches. Não adianta mudar de canal, dormir, virar para o lado, ler uma revista, ou fazer qualquer coisa que não seja olhar fixamente para a tela, já que é preciso apertar o controle remoto na hora certa. Os ganhadores receberão cupons em casa para trocar em uma das lojas da rede, e o Burger King revela que os consumidores já gastaram 5 mil horas olhando para o anúncio desde a última segunda-feira. Genial!

Transmídia

Já não é novidade pra ninguém que as mídias andam se misturando por aí. O guru do da cultura da convergência Henry Jenkins identificou um “fluxo de conteúdos através de múltiplas plataformas de mídia”.
Claro que a Abajur tem tudo a ver com essa dança das mídias e, por isso, esse post estava caindo de maduro.

Um dos jeitos mais legais de envolver o público em uma história é o transmídia storytelling: a verdadeira criação de um universo para uma experiência ficcional plena em que o consumidor vira um caçador de informação. A história não acontece apenas na tv ou no cinema, mas segue sendo contada em histórias paralelas em redes sociais, sites, blogs, games, livros, histórias em quadrinhos, etc. E é contada inclusive pelos fãs, que discutem em blogs as possibilidades dos místérios de Lost e participam de gincanas que antecedem o lançamento de Batman The Dark Knight.

Claro que milhões de pessoas elegendo o vencedor do BBB não é um storytelling, apesar de ser transmídia. O storytelling ocorre quando a participação dos fãs complementa a história principal criando ou ajudando a criar e sendo audiência para histórias paralelas.

O sabonete Old Spice também foi um ótimo exemplo de transmídia em publicidade. Tudo começou com este comercial de TV:

Depois, aproveitando-se do sucesso de seu garoto-propaganda, a empresa criou um perfil do mesmo nas mídias sociais e desafiou os seguidores a enviarem perguntas. O que ninguém imaginou foi que em 2 dias de gravação, a equipe da Wieden+Kennedy gravaria quase 200 comerciais para youtube com o seu personagem respondendo a algumas das perguntas!

Além disso, o limpinho aí também citava celebridades do twitterem alguns destes vídeos, como Oprah, Demi Moore e Alyssa Milano. Esta última seria responsável por uma frequente troca de seus tweets por vídeos, uma vez que sempre respondia aos filmes para ela direcionados e chegou a produzir um vídeo-resposta ela própria!


O sentimento de Communitainment, termo que expressa a união de comunidade, comunicação e entretenimento, atingiu milhões de internautas que se sentiam um pouco representados dentre os desconhecidos respondidos e interessados pela participação (gratuita e em tempo real) de alguns astros. Claro que paródias e histórias paralelas também foram divulgadas e ajudaram o sucesso da campanha.

E pra quem ainda não se convenceu que as mídias estão se misturando, experimente entrar no site do picolé magnum.

Para um último e fantástico exemplo, siga a Abajur e veja nosso próximo tweet!

Sol, sombra, arte e inovação

Faz algum tempo que se estuda os princípios de arquitetura bioclimática e eficiência energética. Um dos pontos fundamentais para proporcionar o máximo de conforto térmico possível para as residências é a orientação solar, através do posicionamento e dimensionamento das aberturas e das proteções solares. É um tópico interessante de ser abordado, já que o simples fato de o projeto contemplar aberturas bem posicionadas e dimensionadas pode proporcionar economia no consumo da energia gasta com iluminação e aquecimento artificiais, sem necessariamente encarecer o custo da obra. Ou seja, benefício para quem constrói e para quem mora também.

O projeto arquitetônico foi desenvolvido pelo escritório austríaco Ernst Giselbrecht + Partners (www.giselbrecht.at), para o showroom da Kiefer Technic (www.kiefertechnic.at). Não sei dizer se pela tecnologia utilizada, ou pela solução formal encontrada, mas com certeza o projeto é fascinante do ponto de vista inovador com que profissionais têm tornado a arquitetura “viva” e interativa com o homem e com o meio ambiente.

O Primeiro Seguidor

Muita gente já viu. Outros ainda não. Vai um pouco da ideia do filme, onde o segundo acaba sendo o primeiro.

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